sexta-feira, 13 de abril de 2012

Yellow Yellow Yellow!


"Eu.
Eu sou errada.
Eu escolho errado.
Eu escolho a dedo.
Eu acho que as coisas são como penso que deveriam.
Eu me jogo.
Me envolvo.
Me dou.
Me estrepo.
Dou a cara pra bater.
Me abro. 
Me entrego.
Me fodo.
Me ferro.
Me queimo.
Me desgoverno.
Perco as estribeiras.
Perco o chão.
Perco tudo.
Só não perco a identidade. 
Porque eu sou eu.
Sem medo.
Sem pé atrás.
Sem crueldade.
Sem ficar cheia de dedos.
Sem covardia.
Sem hesitação.
Sem pensar muito.
Sem nada.
Apenas vou.
Apenas sinto.
Apenas sei.
Apenas quero.
E quero mesmo..."

Clarissa Corrêa

sábado, 19 de março de 2011















"A cobiça dos bens alheios é um mal que se generaliza.
Lentamente, as pessoas se apresentam insatisfeitas, cobiçando os pertences que não possuem e de que não tem real necessidade.
Se cada um bastar-se com os recursos de que dispõe, a vida se tornará mais rica de beleza e de experiências.
Há uma falsa proposta de felicidade muito propalada nestes dias, que chamaremos a POSSE MESMISTA.
Todo mundo deseja as mesmas coisas que o próximo possui, e a imitação das fantasias e quimeras produzidas pela imaginação passou a ser meta a alcançar-se.
Quem não consegue o MESMISMO, considera-se rejeitado, infeliz.

NÃO COBICES NADA DE NINGUÉM.
REALIZA-TE EM TI MESMO E FRUIZ DE PAZ!"

quarta-feira, 2 de março de 2011

                                                                        
A cor do silêncio


Sempre que olhar para alguma coisa azul, para o azul do céu, para o azul do rio, sente-se silenciosamente e olhe dentro desse azul; você sentirá uma profunda sintonia com ele.


Um grande silêncio descerá sobre você sempre que meditar sobre a cor azul.


O azul é uma das cores mais espirituais porque é a cor do silêncio, da quietude. É a cor da tranquilidade, do repouso, do relaxamento.


Assim, sempre que você estiver realmente relaxado, de repente sentirá interiormente uma luminosidade azulada. E se puder sentir uma luminosidade azulada, sentir-se-á inteiramente relaxado. Isso funciona dos dois jeitos.


Osho, em "O Livro Orange"
Imagem por mrhayata