sábado, 19 de março de 2011















"A cobiça dos bens alheios é um mal que se generaliza.
Lentamente, as pessoas se apresentam insatisfeitas, cobiçando os pertences que não possuem e de que não tem real necessidade.
Se cada um bastar-se com os recursos de que dispõe, a vida se tornará mais rica de beleza e de experiências.
Há uma falsa proposta de felicidade muito propalada nestes dias, que chamaremos a POSSE MESMISTA.
Todo mundo deseja as mesmas coisas que o próximo possui, e a imitação das fantasias e quimeras produzidas pela imaginação passou a ser meta a alcançar-se.
Quem não consegue o MESMISMO, considera-se rejeitado, infeliz.

NÃO COBICES NADA DE NINGUÉM.
REALIZA-TE EM TI MESMO E FRUIZ DE PAZ!"

quarta-feira, 2 de março de 2011

                                                                        
A cor do silêncio


Sempre que olhar para alguma coisa azul, para o azul do céu, para o azul do rio, sente-se silenciosamente e olhe dentro desse azul; você sentirá uma profunda sintonia com ele.


Um grande silêncio descerá sobre você sempre que meditar sobre a cor azul.


O azul é uma das cores mais espirituais porque é a cor do silêncio, da quietude. É a cor da tranquilidade, do repouso, do relaxamento.


Assim, sempre que você estiver realmente relaxado, de repente sentirá interiormente uma luminosidade azulada. E se puder sentir uma luminosidade azulada, sentir-se-á inteiramente relaxado. Isso funciona dos dois jeitos.


Osho, em "O Livro Orange"
Imagem por mrhayata

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Os ventos que as vezes tiram
algo que amamos, são os
mesmos que trazem algo que
aprendemos a amar...
Por isso não devemos chorar
pelo que nos foi tirado e sim,
aprender a amar o que nos foi
dado.Pois tudo aquilo que é
realmente nosso, nunca se vai
para sempre...
                                                                    Bob Marley

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010




Hoje vim postar algo novo. Estou afastada um pouco dos meus trabalhos por motivo de mudança. Mudança de estado, mudança de cidade, mudança de espírito. Estou ansiosa para poder retomar o quilling e o origami, mas sei também que não devo apressar a ordem natural das coisas. Assim como Mário Quintana, amo Chico Xavier e por isso deixo uma das sua inúmeras mensagens:



A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos.

A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.

A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos...

TUDO BEM!

O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum...
é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos.

Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.